A morte de um leão no Zimbábue, no início do mês, está provocando uma onda de protestos no país africano e também em outras partes do mundo. Cecil tinha 13 anos e era uma espécie de símbolo da vida selvagem no país. Walter Palmer, caçador e dentista americano, confessou ter matado Cecil usando arco e flecha.
Autoridades do Zimbábue investigam detalhes de cortar o coração. Cecil teria sido atraído para uma área fora do parque, onde era protegido por lei e estudado por pesquisadores britânicos. O leão sofreu durante 40 horas com os ferimentos da flecha. Só depois foi morto com um tiro. E ainda teve a cabeça cortada e a pele arrancada.
O dentista já voltou para casa, mas o consultório está fechado. A polícia do Zimbábue investiga a denúncia de que Palmer pagou o equivalente a R$ 200 mil para caçar Cecil. No site da Casa Branca na internet pelo menos cem mil americanos já assinaram três petições pedindo que o governo autorize a extradição do caçador.
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